Infra-estrutura

Para mais detalhes, clique no laboratório de interesse.

Grupo de Investigação de Sistemas Complexos – GISC / CCE 218

Núcleo de Simulação de Sistemas Complexos / CCE 216

Laboratório de Dispositivos Semicondutores / CCE 116.

Laboratório de Eletrodeposição, Superfícies e Películas Avançadas – LESPA / CCE 107

Laboratório de Epitaxia / CCE 114

Laboratório de Espectroscopia Raman / CCE 106

Laboratório de Física Biológica – Cultura de Células / CCE 109

Laboratório de Física Biológica – Pinças / CCE 103, CCE 105

Laboratório de Microfluídica e Fluidos Complexos / CCE 113

Laboratório de Microscopia Eletrônica / CCE 117

Laboratório de Nanoscopia da UFV / CCE 117

Laboratório de Produção de Nanoestruturas Semicondutoras e Caracterização Óptica / CCE 210

Laboratório de Raios X / CCE 115

Laboratório de Sistemas Complexos / CCE 208

Laboratório de Produção de Nanoestruturas Semicondutoras e Caracterização Óptica / CCE 210

Laboratório de Spintrônica e Nanomagnetismo / CCE 104



Grupo de Investigação de Sistemas Complexos – GISC      Voltar

Página do grupo

Local: sala 218 (CCE).

Telefone: (31) 3899-3410.

Professor responsável: Silvio da Costa Ferreira Junior.

 



Núcleo de Simulação de Sistemas Complexos    Voltar

Página do grupo

Local: sala 216 (CCE).

Professor responsável: Silvio da Costa Ferreira Junior.

 



Laboratório de Dispositivos Semicondutores        Voltar

Local: sala 116 (CCE).

Telefone: (31) 3899-3411.

Professores responsáveis: Álvaro José Magalhães Neves, Clodoaldo Irineu Levartoski de Araujo e Joaquim Bonfim Santos Mendes .

 

Este laboratório é dedicado a microfabricação de heterojunções semicondutoras orgânicas e inorgânicas, com aplicação em spintrônica e optoeletrônica. Como exemplo, podem ser citados projetos realizados em transistores de base metálica magnéticas e dispositivos a base de polímeros condutores (polianilina), depositados sobre materiais inorgânicos como arseneto de gálio e carbeto de silício, para aplicações tais como células solares, sensores de radiação e LED’s.

Infra-estrutura

O Laboratório conta com sala limpa de 40m2 para realização dos processos e desenvolvimento dos dispositivos. O laboratório é equipado com:

• duas alinhadoras de máscaras (Karlsuss);
spinner;
• chapas quentes;
• forno;
• capela química;
• estação de prova;
• microscópio ótico;
wirebonder.

 

 

Foto da sala limpa mostrando a capela química.

 

O crescimento das estruturas é realizado tanto na própria sala limpa (spin coating de polímeros), quanto em laboratórios associados do DPF (eletrodeposição e processos de deposição física).

Para caracterização dos dispositivos, contamos com um criostato da marca JANIS e instrumentos de bancada que são utilizados no estudo de propriedades eletrônicas das interfaces e de efeitos magnetorresistivos em função de temperaturas na faixa entre 12-400 K. Contamos também com toda a infraestrutura dos laboratórios multiusuários do DPF, a saber: microscópio eletrônico de varredura (MEV), microscopia de ponta (AFM, MFM, STM), difração de raios X, Raman, etc.

Encontra-se ainda em fase de implementação um sistema de medidas elétricas e magnetorresistivas para faixas de temperatura abaixo de 3K e um sistema de magnetometria ótica de superfície (MOKE), para estudo de magnetização de nanoestruturas.



Laboratório de Eletrodeposição, Superfícies e Películas Avançadas – LESPAVoltar

Local: sala 107 (CCE).

Telefone: (31) 3899-3556.

Professores responsáveis: Maximiliano Luis Munford e Renê Chagas da Silva.

 

Infra-estrutura

Potenciostatos

Potenciostatos com módulo de espectroscopia de impedância (impedancímetro).

 

 

Fonte para Deposição Eletroforética de Filmes Finos

• SourceMeter Keithley 2410 1100V;
• Rotina LabView.

Além disso o laboratório citados contamos com um sistema purificador de água (destilador de coluna e deionizador); ultrassom; forno tubular dentre outros.



Laboratório de Epitaxia                Voltar

Local: sala 114 (CCE).

Telefone: (31) 3899-2482.

Professor responsável: Sukarno Olavo Ferreira.

 

Descrição

Este laboratório é dedicado à produção de filmes finos e nanoestruturas semicondutoras utilizando as técnicas de epitaxia de paredes quentes (HWE) e epitaxia de feixes moleculares (MBE). São fabricadas camadas epitaxiais de CdTe e CdMnTe sobre substratos cristalinos de silício e arseneto de gálio e camadas policristalinas sobre vidro e kapton.

Infra-estrutura

Sistema de Epitaxia por Paredes Quentes (HWE)

Formado por sistema de vácuo com bomba difusora (P ~ 2 x 10-6 Torr) e uma célula de efusão para CdTe (T < 550° C) e um forno para substrato (150° C < T < 400° C).

Sistema de Crescimento Epitaxial por Feixes Moleculares (MBE)

Sistema home made com 4 células de efusão (T < 900° C) formo para substrato (T < 850° C) e sistema de vácuo com bomba turbo molecular, bomba iônica e bomba sublimação de Titânio (P ~ 3 x 10-8 Torr).



Laboratório de Espectroscopia Raman       Voltar

Local: sala 106 (CCE).

Professor responsável: Luciano G. Moura.

 

Espectroscopia Micro-Raman

Descrição

A espectroscopia Raman é uma técnica baseada no espalhamento inelástico de luz. A luz inelasticamente espalhada carrega consigo toda a informação dos processos responsáveis pelo espalhamento que são característicos de cada amostra/material. A análise do espectro Raman é capaz de fornecer uma “impressão digital” de materiais líquidos, sólidos ou até mesmo gasosos. A técnica pode ser utilizada inclusive para monitoramento in situ de processos.

Vantagens da Técnica

• Não requer nenhuma preparação das amostras;
• Não destrutiva;
• Necessita de uma quantidade ínfima de amostra.

Aplicações Típicas

O campo de aplicabilidade da espectroscopia Raman abrange desde estudos de pigmentos em obras de arte, arqueologia, química, biologia, até aplicações forenses. A espectroscopia Raman também tem um importante papel no estudo de materiais no campo da nanotecnologia, sendo que esta técnica não destrutiva e geralmente rápida é amplamente utilizada no estudo de nanomateriais baseados em carbono como grafeno, nanotubos e fulerenos.

Equipamento Disponível – MicroRaman – InVia Renishaw

Com microscópio normal e confocal, excitação em 514,5 nm, em 632,8 nm e também 785 nm e resolução espectral de 1 cm-1. Resolução espacial aproximada de até 1 µm. Em breve, será instalado um sistema para variação da polarização da luz.

 

À esquerda, vista frontal do espectrômetro inVia da Renishaw utilizado em nosso laboratório e à direita vista lateral mostrando o laser de argônio na parte de atrás do espectrômetro.

 

laser Raman

Experimento usando a espectroscopia Raman de dispersões líquidas.

 



Laboratório de Física Biológica – Cultura de Células      Voltar

Página do grupo

Local: sala 109 (CCE).

Telefone: (31) 3899-2990.

Professores responsáveis: Marcelo Lobato Martins, Anésia Aparecida dos Santos (Departamento de Biologia Geral) e Márcio Santos Rocha.

 

O Laboratório de Cultura de Células do Departamento de Física da UFV possui infra-estrutura completa para o cultivo de células normais e cancerosas, possibilitando estudar os processos de migração celular, agregação e atividade de membrana destas células.

Infra-estrutura

Capelas de Segurança Biológico Tipo II

Este equipamento mantém a área de trabalho e o usuário protegidos. É utilizada para a manipulação das culturas celulares e preparo de soluções estéreis.

Microscópio Ótico

Microscópio invertido, marca NIKON modelo TS100: com tubo trinocular tipo siedentop, acoplado a câmera CCD e a platina com controle de temperatura. Permite a observação e aquisição de imagens de culturas celulares in vivo por contraste de fase e campo claro.

Microscópio invertido, marca NIKON modelo Eclipse TI: possui duas portas de aquisição de imagem e câmera CCD acoplada utilizado aquisição de imagens de células vivas em modos de contraste de fase e epifluorescência e em obtenção de time lapse.

 

 

Estufas de CO2

Contamos com duas Estufas de CO2 . As estufas são utilizadas para a simulação de parâmetros naturais fornecendo um ambiente estável e propício para as operações constantes e replicáveis na cultura de células, tecidos ou outros procedimentos. Oferece à cultura celular um fluxo de gás na câmara interna, com elevada umidade relativa (95% RH) a 37° C. Em um dos equipamentos é possível utilizar mistura de gases como o O2 ou N2 na câmara em conjunto a atmosfera padrão de CO2.

Bioestação (Biostation NIKON)

A Biostation (NIKON) é um equipamento que combina uma incubadora de CO2 com temperatura controlada e um microscópio acoplado a câmera CCD de alta sensibilidade em um único equipamento, evitando as possíveis variações de condições em experimentos de aquisição de dados durante longos períodos. Este equipamento elimina a necessidade de uma câmara escura para imagens de fluorescência, facilitando o manuseio, tem sido utilizada para estudos de padrões de migração celular, fisiologia celular na utilização de quimioterápicos e em diferenciação celular.

Além dos equipamentos citados acima contamos com sala de preparação de material contendo estufa de secagem/esterilização, autoclave, banho Maria e centrífuga sorológica de bancada.

Arquivos para download



Laboratório de Física Biológica – Pinças       Voltar

Página do grupo

Local: sala 103 e 105 (CCE).

Telefone: (31) 3899-3415.

Professores responsáveis: Márcio Santos Rocha e José Ésio Bessa Ramos Jr.

 

O Laboratório de Física Biológica (LFB) possui como principal infraestrutura duas técnicas
para espectroscopia de moléculas únicas: pinça óptica e pinça magnética. Além disso, possui
técnicas complementares para o estudo destas moléculas, como eletroforese em gel,
microscopia de fluorescência e espalhamento dinâmico de luz. As principais linhas de pesquisa
desenvolvidas no grupo atualmente são duas: “Interações DNA-ligantes”, e “Pinças Ópticas e
Manipulação óptica de sistemas”.

Infra-estrutura

Pinças Ópticas

Técnica experimental que permite a manipulação de sistemas e/ou objetos com
tamanho típico na escala de micrômetros. Utiliza um laser fortemente focalizado através de
uma lente objetiva para exercer força sobre os objetos. A técnica permite manipular, mover,
estirar, comprimir e girar estes objetos exercendo forças sobre os mesmos na escala típica de
picoNewtons.

Pinças Magnéticas

Técnica similar à pinça óptica, mas que utiliza ímãs no lugar do laser para exercer força sobre objetos paramagnéticos. É utilizada de forma complementar à pinça óptica,especialmente em estudos onde é necessário aplicar forças constantes e/ou exercer torques sobre o sistema estudado com grande precisão.

Equipamentos disponíveis para as pinças: três microscópios ópticos invertidos (Ti-S, Ti-U e Ti2-S, Nikon); um laser infravermelho (1064 nm) de fibra dopada com itérbio de 5 W; um laser infravermelho (1064 nm), estado sólido, de 2,5 W; dois sistemas de movimentação nanométrica PZT (PI Nano); duas mesas ópticas; elementos ópticos e mecânicos diversos: lentes, espelhos, filtros, deslocadores micrométricos, etc.; sistema de captura de imagens com diversas câmeras CCD e CMOS.

pincas

Eletroforese para DNA

Técnica experimental que permite estudar a mobilidade de moléculas de DNA, bem como de complexos DNA-ligantes, em gel de agarose ou poliacrilamida através da aplicação de um campo elétrico.

Equipamentos disponíveis: 03 cubas completas, sendo 02 horizontais e 01 vertical; 02 fontes para eletroforese; 01 fotodocumentador.

eletroforese

Microscopia de fluorescência

Técnica experimental que permite visualizar e seguir processos em células vivas e moléculas (DNA, proteínas, etc.) devidamente marcadas com uma substância fluorescente, utilizando um microscópio óptico.

Equipamentos disponíveis: 01 microscópio com fluorescência Nikon BioStation, 01 microscópio óptico invertido com fluorescência Nikon Ti-U.

ti2

 Sala de preparação de amostras biológicas

Sala isolada para preparação de amostras biológicas com os seguintes equipamentos
disponíveis: Capela de fluxo laminar, geladeira, freezer, agitadores, aquecedores, banho
térmico, balança analítica, pHmetro, centrífuga, dentre outros.

salaamostras

Sala de reuniões / discussões do grupo

Ambiente separado do laboratório para reuniões e discussões de grupo.

reunioes



Laboratório de Microfluídica e Fluidos Complexos      Voltar


Página do grupo

Local: sala 113 (CCE).

Telefone: (31) 3899-2995.

Professor responsável: Alvaro Vianna N. C. Teixeira.

 

Nesse laboratório nos dedicamos a estudar sistemas complexos coloidais envolvendo nanoestruturas, sistemas auto-organizados e a preparação de emulsões diversas de baixa dispersão de tamanhos. Para tanto o grupo dispõe de infra-estrutura para caracterização estrutural e óptica de materiais em meios viscosos, incluindo as técnicas de espalhamento de luz, refratometria diferencial e microscopia óptica; sistemas de bombeamento controlado de fluidos, além da infra-estrutura básica de preparação de amostras e dispositivos de microfluídica.

Infra-estrutura

Espalhamento de Luz Dinâmico e Estático (Brookhaven)

Com correlacionador Turbocorr de 522 canais e tempos de correlação a partir de 100 ns. Possui sistema de posicionamento angular do detector (contador de fótons – fotodiodo de avalanche) de 8° a 150°. Inclui laser de HeNe (632,8 nm) de 75 mW de potência. Utilizado para a determinação das dimensões (raio hidrodinâmico, raio de giro, distribuição de tamanhos) de sistemas nanométricos em solução como proteínas, nanopartículas, micelas e polímeros; determinação de massa molar média; segundo coeficiente virial; dimensão fractal; dentre outros.

Espalhamento de Luz Dinâmico (Zetasizer Nano S – Malvern)

Com ângulo de detecção fixo em 173°. Utiliza a técnica de retroespalhamento não-invasivo que permite a caracterização de sistemas de partículas, moléculas e agregados de diâmetros de 0,3 nm a 10 µm. Raio hidrodinâmico, massa molar e segundo coeficiente de virial podem ser medidos utilizando-se técnicas estáticas e dinâmicas. Inclui controle de temperatura de 0° C a 90° C e permite medidas automatizadas de variação de temperatura. Ideal para: sistemas com espalhamento múltiplo; sistemas de baixos volumes (12 µL).

Refratômetro Diferencial (Brookhaven BI-DNDC)

Para determinações de alta precisão de variações de índice de refração de soluções em relação a uma referência, normalmente o solvente puro. Ideal para a determinação da taxa de variação do índice de refração com a concentração (dn/dc) usado na determinação de massa molar no equipamento de espalhamento de luz. Quando usado juntamente com o sistema de injeção automatizado usando bombas de seringa é adequado também para a determinação de transições de fase diversas para sistemas líquidos como CMC e CAC (concentração micelar crítica e de agregação crítica); transições estruturais de proteínas; pontos críticos de agregação, etc.

Refratômetro Abbes Digital de Bancada (Quimis)

Usado na determinação do índice de refração de soluções. Faixa de medição de 1,3000 a 1,7000 (Brix 0 a 95%). Precisão de 0,0002.

Bombas de Seringa (Harvard Apparatus – PHD 2000 e New Era – NE-1002X)

Bombas programáveis de infusão com suporte até duas seringas (PHD 2000) ou uma seringa com a opção de preenchimento (NE-1002X). Taxas de injeção de 0,0001 µL/hr até 221 mL/min (PHD 2000) e de 0,008 nL/hr até 2,545 mL/min (NE-1002X). Usada em experimentos de microfluídica e em experimentos que necessitem de injeção controlada de substâncias.



Laboratório de Microscopia Eletrônica         Voltar

Local: sala 117 (CCE).

Telefone: (31) 3899-3406.

Professor responsável: Renê Chagas da Silva.

 

Microscopia Eletrônica de Varredura

Descrição

O laboratório foi implantado no ano de 2013 com a aquisição do Microscópio Eletrônico de Varredura, que é utilizado para a caracterização morfológica de filmes finos, nanoestruturas em geral, amostras biológicas e de solos, entre outras. Essa caracterização é realizada através da obtenção de imagens de alta resolução, resultantes da interação de um feixe de elétrons de alta energia com os átomos da amostra a ser analisada. O microscópio contém um sensor de elétrons secundários para imagens de alta resolução, além do sensor de elétrons retro-espalhados que permite a obtenção de imagens topográficas e com contraste de composição. O equipamento possui inda uma microssonda de raios X para análise química e estequiométrica das amostras através da técnica de Espectroscopia por Dispersão de Energia (EDS).

Vantagens da Técnica

• Técnica não destrutiva para obtenção de imagens de superfícies com alta resolução e alta magnificação;
• Na maioria dos casos não requer etapas complexas de preparo das amostras;
• Não há restrições severas em relação ao tamanho e formato das amostras;
• Permite realizar um mapeamento químico dos elementos que formam o material;
• O equipamento é de fácil operação e os resultados são de fácil interpretação.

Equipamento Disponível – Microscópio Eletrônico de Varredura, marca JEOL, modelo JSM-6010LA

Microscópio com resolução de 4 nm (com feixe a 20 kV), magnificação de 8X a 300.000X e voltagem de aceleração de 500 V a 20 kV. Canhão de elétrons com filamento de tungstênio pré-centrado. Detector Everhart-Thornley para imagens de elétrons secundários e detector de estado sólido para elétrons retro-espalhados com contraste de topografia, composição e de sombreamento variável. Detector do tipo Silicon Drift para análises de EDS com resolução de 133 eV. Janela fina para detecção de elementos entre boro e urânio. Sistema de vácuo composto por uma bomba mecânica e uma bomba turbo molecular, e pressão de operação entre 10-4 e 100 Pa.



Laboratório de Nanoscopia da UFV           Voltar

Local: sala 117 (CCE).

Telefone: (31) 3899-3406.

Professor responsável: Maximiliano Luis Munford e Sukarno Olavo Ferreira.

 

Infra-estrutura

AFM/STM (NT-MDT)

Perfilômetro Óptico 3D (Bruker)

Perfilômetro de Ponta (Ambios)



Laboratório de Raios X       Voltar

Local: sala 115 (CCE).

Telefone: (31) 3899-2458.

Professor responsável: Sukarno Olavo Ferreira.

 

Difração e Espalhamento de Raios-X

Descrição

No laboratório de raios-X utiliza-se diversas técnicas de difração e espalhamento de raios-X para a caracterização estrutural de materiais, principalmente filmes finos. Estão disponíveis as técnicas de difração coplanar e in-plane, difração com incidência rasante, difração de alta resolução, mapas do espaço recíproco, reflectometria e espalhamento a baixo ângulo.

Vantagens da Técnica

• Praticamente não requer preparação das amostras;
• Não destrutiva.

Equipamento Disponível – D8 Discover (DaVinci)

Sistema com reconhecimento automático de componentes, goniômetro com diâmetro de até 1000 mm, tubo de cobre, espelho de Goebel, monocromador de Ge 2x(022), absorvedor automático de 4 posições, porta amostra com movimentação x, y, z, Phi e Chi, fenda automática e detector linear de silício com 192 pixels de 75 μm. Software para identificação (EVA) e quantificação (TOPAZ) de fases, stress, reflectometria e simulação de heteroestruturas epitaxias (LEPTOS).

 

Vista frontal do difratômetro de raios-X.

 



Laboratório de Sistemas Complexos           Voltar

Local: sala 208 (CCE).

Telefone: (31) 3899-…

Professor responsável: Marcos da Silva Couto.

 



Laboratório de Produção de Nanoestruturas Semicondutoras e Caracterização Óptica               Voltar

Local: sala 210 (CCE).

Telefone: (31) 3899-4990.

Professor responsável: Andreza Germana da Silva Subtil e Marcos da Silva Couto.

 

Neste laboratório nos concentramos em duas linhas de pesquisa, sendo elas: produção de pontos coloidais semicondutores visando, principalmente, aplicações em sistemas biológicos e dispositivos emissores de luz e produção e estudo das propriedades elétricas e ópticas de filmes finos de polímeros condutores, semicondutores e nanocompósitos, para aplicações em dispositivos optoeletrônicos e biossensores.

Infra-estrutura

Laboratório de Caracterização Óptica

Com um sistema para medida de fotoluminescência na região do visível (USB 4000 da Ocean Optics) e laser UV com comprimento de onda de excitação de 375 nm (Coherent , modelo Cube).

Laboratórios de Preparação de Amostras e de Química Geral

Com capela, medidores de pH de bancada, agitadores magnéticos com controle de rotação e aquecimento, balança analítica de precisão, e todos os utensílios necessários para a preparação das soluções de pontos quânticos coloidais, nanocompósitos e filmes.



Laboratório de Spintrônica e Nanomagnetismo      Voltar


Página do grupo

Local: sala 104 (CCE).

Telefone: (31) 3899-3436.

Professores responsáveis: Clodoaldo I. L. de Araujo, Joaquim Bonfim Santos Mendes e Sérgio Luis de Abreu Mello.

 

Caracterização eletrônica, magnética e magnetorresistiva de dispositivos nanoestruturados. São caracterizados dispositivos protótipos fabricados na própria UFV, em laboratórios parceiros do SISNANO ou nas facilidades dos colaboradores internacionais.

Infra-estrutura

Sistema de Medidas Magnetorresistivas a Baixas Temperaturas e em Ciclo Fechado

O sistema é composto por um criostato Janis resfriado por ciclo fechado de hélio, com potencialidade de medidas estáveis a temperaturas de até 12K, estabelecidas pelo controlador de Temperatura LakeShore 331. O eletroímã GMW alimentado por fonte bipolar de corrente Kepco BOP 20-20, aplica campos magnéticos de até 1 T na amostra que tem sua resistência medida com utilização de eletrômetro, voltímetros e amperímetros de bancada da marca Keithley.

Sistemas de Medidas a Baixas Temperaturas e Altos Campos

O sistema é composto por um criostato Janis armazenado em um Dewer, com potencialidade de alcance de temperaturas de até 0,9 K, quando auxiliado por bombeamento. Este equipamento conta com bobina supercondutora para aplicação de campos magnéticos de até 5 T. O equipamento está sendo montado para realização de medidas de transporte em supercondutores, isolantes topológicos e isolantes ferromagnéticos.

Probe Station para Medida de Nanodispositivos

O equipamento conta com pontas condutivas acopladas a micrômetros para ajuste fino nos eixos xyz. Estas pontas são utilizadas para contatos em áreas de aproximadamente 50 µm. Isto é possível pela utilização do microscópio ótico acoplado e do estágio motorizado do porta-substrato. Neste equipamento são realizadas medidas elétricas e magnetorresistivas de microchips protótipos.

Microscópio de Efeito Kerr (MOKE)

Este equipamento se vale do efeito de rotação da polarização da luz pela magnetização da amostra. Através da aplicação de campos magnéticos externos por eletroímãs é possível obter a curva de histerese das amostras. Atualmente o equipamento está sendo montado sobre uma mesa ótica e adaptado para modalidade de MOKE focalizado, para medidas independentes em nanoestruturas.

Última atualização: 08/04/2016.

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